lunedì, settembre 08, 2008

poeta da luz

Onde está o poeta da luz?
Onde está o desenhador sem lápis?
Onde moram as novas obras?
Perdeu-se?
Encontrou-se?
Ou já não pinta a luminescência dos seus dias?
Aqui nunca mais ninguém o viu…
Foi-se o poeta, ficou a obra.
Obra cabal a que deixou.
Ouvi dizer que está vivo..em terras brancas, longínquas..mas não sei se a sua maquina do tempo, que o tornava tão único, ainda o acompanha…
Dias parados talvez; Cepticismo no antigo dogma? Desacreditação no guru? Ou será apenas esquecimento daquela que era a sua arte?
Não sei.
Mas ainda há sombras a serem captadas pelo seu olhar...
Haverá?
Ninguém sabe. Aqui, neste pedaço de mundo virtual, há meses que não o encontram. Mas neste crime de abandono à arte, só há uma certeza que facilita as buscas:
A alma de poeta, ele nunca perdeu.

giovedì, luglio 17, 2008

"Quanto dura um corpo? Quanto dura uma mente? E qual deles dura mais tempo?"

Beleza Interior, natural com sabor,
a espontaneadade que se torna muito superior,
ao reflexo dum vidro que reflecte uma face,
expressões atraentes numa mente com classe.

Sam the Kid

(também ele falou por mim.)

p.s. hoje além de estrelas, está lua cheia... e tão bonita vista da minha janela.

mercoledì, luglio 16, 2008

à noite

Truz Truz
Quem é?
A noite....
Não vais entrar! Vou fechar a janela, vou virar-me de costas, fechar os olhos e...vá entra...
Trazes contigo todos os pesos do mundo para o meu peito, derruba-los nas minhas costas.
É nestes momentos de introspecção que todas as angustias me amargam na garganta e me fazem ter vontade de bater com a porta e ir dormir com as estrelas.
À noite sinto o cansaço do dia e a ressaca dos momentos felizes.
Quando acordar sei que há mil sorrisos em cada peça de roupa espalhada pelo chão, em cada prato por lavar, em cada folha branca sem rabiscos nem pensamentos. Estão á minha espera..á espera de um bocadinho da minha atenção. Depois de uns minutos de olhos abertos, também sou capaz de deixar todos os pesadelos nocturnos na cama e levantar-me sonolenta, de camisola desajeitada, cabelo despenteado e com toda a força do mundo para sorrir também.
Mas o sono...a noite...a rabugice.
Tanta gente que foge da noite enfrentando-a, indo para a rua, caminhar entre este café e aquele miradouro, com amigos ou sozinha, de mãos dadas ou de olhos na lua.
Tanta gente que foge da solidão. E é tão bom estar sozinho...
Fugir de quê afinal? Dos segredos que a noite encobre? Dos dela e dos meus...? Saber conviver com eles é um elogio à própria noite e para quê esta rabugice, sem ela não havia estrelas.

domenica, maggio 04, 2008

Feeling Good

Birds flying high
You know how I feel
Sun in the sky
You know how I feel
Reeds driftin' on by
You know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good

Fish in the sea
You know how
I feel
River running free
You know how I feel
Blossom in the tree
You know how
I feelIt's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good

Dragonfly out in the sun you know what I mean, don't you know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleep in peace when the day is done
And this old world is a new world
And a bold world
For me

Stars when you shine
You know how I feel
Scent of the pine
You know how I feel
Yeah freedom is mine
And I know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me

And I'm feeling good

Nina Simone

A vaca tem 6 lados...

«O pássaro de que vou falar é o mocho. O mocho não vê nada de dia, e à noite é mais cego que uma toupeira.Não sei grande coisa do mocho, por isso vou continuar com outro animal que vou escolher: a vaca.A vaca é um mamífero. A vaca tem 6 lados: o da direita; o da esquerda; o de cima; o de baixo; o de trás, que tem um rabo, o qual tem um pincel pendurado (com este pincel espantam-se as moscas para que não caiam no leite); a cabeça serve para que lhe saiam cornos e também porque a boca tem de estar nalgum lado (os cornos são para a vaca combater com eles).Pela parte de baixo tem leite. Está equipada para que se possa ordenhar. Quando se ordenha, o leite vem e não pára nunca. Como é que se desenrasca a vaca, nunca compreendi, mas o leite cada vez sai com mais abundância.O marido da vaca é o boi. O boi não é mamífero.A vaca não come muito, mas o que come, come duas vezes, portanto já tem bastante. Quando tem fome, muge. Quando não diz nada é porque está cheia de erva por dentro. As suas patas chegam ao chão.A vaca tem o olfacto muito desenvolvido, pelo que se pode cheirá-la desde muito longe. É por isso que o ar do campo é tão puro.»

By Nuno Markl (escrito por uma criança para um trabalho da escola)

mercoledì, aprile 02, 2008

Para designers ou não...

http://exdesigner.blogspot.com/2007/09/design-do-bonito-e-do-feio.html

Comentem

Repetições

"Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Fernando Pessoa

Mil pessoas já fizeram copy past de algum lado para afixar no seu desenrolar de ideias um post it com estas frases chave dos pensadores que por cá já não estão. Mas poucas colam os post its com os seus pensamentos..ás vezes a identificação com tal frase é total que não há mais nada a dizer..mas há alturas que sabe tão bem comentar...

Simplesmente um castelo...com todas as pedrinhas... relembro esta frase sempre que tropeço em mais uma pedrinha diária que chateia mas cabe no bolso. Chego a casa e acumulo pedrinhas.. Qualquer dia vivo na rua antes de ter pedrinhas suficientes para o castelo mas demasiadas para caberem elas ou eu lá em casa...
Acho que a solução não é criar a barreira do mais forte e intocável como protecção pessoal. Sabe bem pensar como Fernando Pessoa mas sabe melhor agarrar em cada seixozinho e envia-lo aos pulinhos, sobre a água de forma elegante e graciosa, que o faça parar no fundo de um rio, longe de novos tropeções, com determinação na hora de o lançar, jeitinho para o fazer saltar e um sorriso na hora de virar costas à margem do rio.

Talvez haja mesmo diferentes formas de construir castelos, mas acumular pedrinhas não é para mim solução.

venerdì, febbraio 08, 2008

Memorable Quotes

"There are times when life calls out for a change. A transition. Like the seasons. Our spring was wonderful, but summer is over now and we missed out on autumn. And now all of a sudden, it's cold, so cold that everything is freezing over. Our love fell asleep, and the snow took it by surprise. But if you fall asleep in the snow, you don't feel death coming. Take care...”

martedì, dicembre 04, 2007

Ter mais de 65 anos em Portugal é...?

Quando entrei no autocarro, todos os gestos mecanizados pela rotina diária fazem-me adormecer com o balanço desta máquina que me envolve.
Fecho os olhos a cada salto que o autocarro dá quando tropeça num buraco e desperto quando os travões já gastos tendem a chiar sempre que a luz do stop acende...Nestes dias em que tudo é tão igual, poucas são as imagens realmente curiosas que gravo no inconsciente...
Só a repetição exaustiva de uma sequência de imagens me fazem escrever agora.
Não sei se "chocada" é o termo realmente adequado, mas percebi que os condutores de autocarro são um Choque para a população mais atenta, que entre um olho aberto e outro fechado repara nestas coisas...
Consecutivamente sem nenhuma razão aparente, tendem a esquecer-se de paragens, o que me faz acordar com o histerismo matinal de quem não saiu na paragem que queria;
Consecutivamente fecham as portas sem as senhoras mais idosas terem saído ou fecham as portas quando elas estão a sair. Empurram-nas brutamente para a rua, escorraçam-nas da sua máquina pública com a desculpa da pressa alheia e com o atraso justificado pelo trânsito que é constante, absolutamente desadequadas das necessidades de quem já não tem idade para estas andanças.
Não fosse a função desta lagarta com rodas encurtar-lhes os passos e eu diria que para segurança da nossa massa populacional mais idosa, deveria existir um autocolante a desaconselhar este transporte a partir de uma certa idade...
No outro dia esta verdade tornou-se um cúmulo.
(Voltando à velha história do "Era uma vez...") Uma senhora foi arrastada para a rua com o fechar das portas porque não fugiu delas a tempo.
Repito: Fugiu.
E com a calma imposta pela idade e a rapidez destas máquinas, que parece que vomitam pessoas em vez de as deixarem sair, fez com que a senhora caísse na rua, de frente, com força em cima do alcatrão e com a porta fechada atrás de si.....
Desta vez não acordei, fui sobressaltada e juntei-me ao manifesto de indignação que se gerou nos restantes ocupantes desta "vomitadeira" de velhotes, que imediatamente disseram «abre-te sésamo» para acudirem a pobre senhora, que estendida no chão, longe da vista do condutor, se tentou levantar sem qualquer mágoa neste processo, que pelo que percebi é habitual num mundo que não está adequado a quem nasceu nas épocas "calmas" de opressão e de poucos transportes.
Nestas viagens leio, ouço música, escuto as conversas alheias, penso na vida mas ainda me sobra (sempre) espaço e tempo para me indignar e pensar que, desumana sou eu que em vez de escrever tudo isto aqui, num local público aos olhos de curiosos e longe da vista dos responsáveis legais por esta e outras situações idênticas, devia estar à porta da Carris com uma folha de processo, voz de indignação e a força necessária que tenho por mim e por aquela senhora.
Fica o desabafo.
Ah e uma última constatação:
As minhas raivas de criança voltaram… quando não há explicação para uma injustiça, quando não há argumentos, quando não sabemos porque é que aquele horror aconteceu connosco, a reacção de uma criança é inevitavelmente chorar, gritar e tentar morder quem lhe fez mal... era o que me apetecia… não pensar se quer dois segundos no assunto e morder o motorista para lhe provar que se ele tem uma nódoa negra porque eu lhe mordi, a senhora tem muitas mais porque ele a empurrou!
Bem hajas Martinha que me lembras que há sempre uma criança desgovernada dentro de nós com soluções tão pouco éticas mas tão eficazes...

lunedì, novembre 26, 2007

WC?!

Às vezes questiono-me porque deixo sempre a roupa espalhada,
ou porque olho para as plantas com o intuito de as regar e depois nunca o faço,
ou porque é que adoptei o secador do cabelo como aquecedor pessoal...???
Sou tão normal como todos os outros normais incógnitos que andam de transportes públicos como eu e que passam despercebidos como eu.
Fazer estes pequenos apontamentos pode até nem parecer normal mas passam despercebidos..e o que é ser normal?
Para mim estas perguntas são um acto higiénico, tão fundamental como outro qualquer. Perguntas que sujam o papel de letras e libertam espaço á mente para dar aso a perguntas mais ineteressantes...

O que é que eu vou vestir amanhã???

Ok, estou com uma dearreia mental...
Ao contrário de muitos, eu até gosto de me sentir inculta perto de alguém.
Apenas significa que escolhi a pessoa certa para conversar...

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Um dia "alguém" vai ler o que escrevo...
Hoje é o dia!

sabato, novembre 24, 2007

bonjour tristesse

Hoje riu-me e penso que tanta sensibilidade faz do meu coração um regador de sangue sobre os olhos ociosos que me viram ontem chorar..

Não há metáforas para explicar que existe algo pior do que uma desilusão amorosa.
Existe, eu sei que existe. Eu vi que existe, eu ouvi que existe, eu cheirei que existe, eu provei que existe, eu senti que existe...
É uma existencia tão real e afastada da leveza do sonho, que transmite força á queda, dureza ao chão e um forte empurrão nas costa que nos faz cair de frente.
A desilusão amorosa é o despertador que me arranca do mundo dos sonhos.
Permite-me escrever, gritar, chorar, sofrer durante dias e adormecer em sonhos mais profundos de onde o despertar é sempre mais demorado e custoso.
Permite-me saltar de palavra em palavra à procura de explicações... falar mais dela do que da paixão enquanto durou.

E a amizade?
Ando a reescrever o conceito de amizade na minha história e ainda não descobri as palavras certas para o inicio.
Chega a ser algo mais complexo do que o próprio amor...
Conheço algumas palavras ainda sem contexto que já estão direccionadas para o meio da história mas nenhuma que explique o começo e o final...
Na amizade não existem promessas de eternidade, não existem provas de valor, não exitem dois niveis de compreensão... a amizade acontece.
É a base da tarte do recheio que é a nossa vida.
Quando tropeçamos no amor, caimos no odio, na tristeza, na desilusão e na certeza que um dia voltaremos a consumir a mesma droga que nos faz rir.
Mas se a queda for provocada pela amizade, nem chão existe para nos acordar à força porque não existia sonho. É uma queda no sem fundo.
A queda é a indignação, o abismo é a morte.
Sem rancor ficam os fantasmas; Com rancor teria de fazer sepulturas.
Prefiro conviver com fantasmas, com zombies, que estão mas não são, do que viver num cemitério.

Ontem não caí... subi a um muro bem alto para o abismo ser maior..

Vou voltar a adormecer, e voltar aos sonhos que me deixam doente, que me drogam que me sofocam de incerteza mas onde por momentos me conseguem fazer rir.

Até amanha tristeza, vou voltar a dormir.

mercoledì, novembre 21, 2007

Made in China

Ando a precisar de fazer uma limpeza e uma desfragmentação ao meu disco rígido. Não sei onde andam as settings e só tenho pena de não ter nascido com um botão de reset (embora a minha mãe diga que o do volume faria mais falta).
Na era da robótica, da ciência exacta e das explicações ciêntificas, em que tudo se formata, tudo se desconstroi, tudo tem um “arranjinho”..como é que o cérebro humano ainda não tem uma entrada USB para ligar um cabo ao coração?
Coisas essenciais e que faziam tanta falta, continuam desconexas, trazem bloqueios ao sistema… isto ‘tá cada vez mais lento e nem CD para voltar a formatar existe...
Raios...se calhar é mesmo importante entregar-me de vez a isto a que chamam informática e parar de tentar dar explicações incoerentes para todo o meu ser orgânico que nem manual de instruções trouxe...
Começo a desconfiar que a culpa de tanta imperfeição é da cegonha que em vez de vir de França veio da China.

lunedì, novembre 19, 2007

E nasceu mais uma excêntrica!

Baseada no conceito de riqueza do Berardo, ouvi ontem uma boa justificação para a surdez..

“Se fosse pobre era surda mas sendo “rica” sou excêntrica.” (rica de espírito!)
Isto dá vontade de rir quando contextualizar a expressão:
O tema de conversa ontem ao jantar era a desgraça vertiginosa em que se transformou a programação da nossa televisão.
No entanto, referi a meio da conversa uma série que adoro ver ao domingo á noite "Conta-me como foi" na rtp1.
Para quem não conhece é uma série de época que nos transporta para a realidade dos anos 60 em Portugal. Mais precisamente num bairro lisboeta através de uma típica família que vive naquela época e a sua vivência no bairro, retratando também o país naqueles tempos.
Quando falava desta série, alguém que está a ficar surdo disse-me que achava interessante a ideia subjacente à série mas nunca consegui ver um episodio até ao fim... ainda suspeitei da qualidade dos actores, dos textos ou até mesmo da veracidade histórica...mas a explicação para tal desprezo foi muito mais subtil..
"Não me percebes..eu estou habituada ás séries da cabo...são todas em inglês, eu só ouço inglês..quando me ponho a ver séries portuguesas não os percebo..."
A risota foi geral...as lágrimas a saltar como os desenhos animados..o bater convulsivo com a mão na mesa e a associação imediata aos gato fedorentos e ao Berardo...
Mas a pessoa em questão insiste...
"Eu não sou surda...simplesmente estou habituada a determinada frequência de som emitidas pelos ingleses, bem como á leitura de legendas... quando tento ver uma série em português, não os percebo..."

É a senhora Berado lá de casa...na verdade não é surda, é excêntrica!

martedì, novembre 13, 2007

Paixão

As bochechas são o alvo da cor, nos joelhos desaparece a gravidade e o inverno chegou á barria…

Platonismo.
...

Desilusão.

mercoledì, novembre 07, 2007

metáforas

Depois de um texto tão longo...e de um desabafo tão prelongado...só restou a ultima frase...

Um dia apaixonei-me e nesse dia aprendi a escrever metáforas.

giovedì, settembre 27, 2007

Porra o amor é fodido!!

sabato, settembre 22, 2007

para ti Pimenta


Li uma vez este texto e é sem duvida a descrição perfeita dos "miaus lindos dos mundos todos"!





"...Um gato vive um pouco nas poltronas, no cimento ao sol, no telhado sob a lua. Vive também sobre a mesa do escritório, e o salto preciso que ele dá para atingi-la é mais do que impulso para a cultura. É o movimento civilizado de um organismo plenamente ajustado às leis físicas, e que não carece de suplemento de informação. Livros, papéis e fotografias beneficiam-se com a sua presteza austera. Mais do que a coruja, o gato é símbolo e guardião da vida intelectual..."

Perde o Gato
Carlos Drummond de Andrade
Crónica extraída do livro Cadeira de balanço (Editora Record, RJ
)

texto sem titulo

A minha vida prende-se com pensamentos complicados, com frases complexas e incompletas que se soltam num panóplia de palavras fáceis sem sentido…
O meu eterno problema de expressão.
Adormeço todas as noites com mil guiões sem filme á vista.
Histórias minhas, histórias inventadas…sou apenas uma boa contadora de histórias para mim própria sobre as quais adormeço tranquila.
Os sonhos em nada reflectem essas histórias.. de real, só a minha certeza de que aqueles sonhos oníricos, não passaram apenas de devaneios do meu inconsciente.
Muitos meses passaram com falsas tranquilidades, vivendo falsas utopias egocêntricas que me prenderam as mãos e os pensamentos, desordenando-os e enlouquecendo-me a escrita.
Agora mais calma, e olhando para traz, percebi que tudo não passou de uma Paz Poder que me mantinha apática, em que nada fazia sentido. Sobre nada expus a minha opinião e só o meu empenho naquilo a que chamo trabalho e que não passa da minha evolução pessoal me foi fazendo respirar em “paz”.
Que breve loucura me deu e me fez querer estender os dedos para anotar mais uma vez o que se vai passando ca dentro.. foi no entanto de tão breve duração que nem o mais pomposo final de texto me iria deixar satisfeita com tantas palavras complicadas que fazem fila para sair.
Não. Não é perfeccionismo, é tranquilidade.. nada mais consigo escrever, mas muito, muito mais me apetecia deixar escrito, em frases como estas que só a mim me trazem sentido.